terça-feira, 13 de julho de 2010

Papeis no Vale


“Veio sobre mim a mão do SENHOR; ele me levou pelo Espírito do SENHOR e me deixou no meio de um vale que estava cheio de ossos,” (Ezequiel 37:1 ARA)
Já alguns há anos ministrei na igreja uma palavra sobre este texto dando um enfoque pessoal muito simples. Só há tres personagens nesse vale: o Senhor, o profeta e os ossos (considerando-os todos um personagem só). Nenhum de nós é Deus, portanto o que somos?
Ou somos profeta num mar de ossos ou seremos osso. Você pode encarar isso como quiser, mas eu resumo tudo a dois pontos claros e diretos: profeta semeia vida e serve a Deus; osso não faz nada. Seu papel é uma escolha a ser feita diariamente, entre ficar ali “ossando” ou “profetizando”. Deus continuará sendo Deus e o vale, se você ler o capítulo todo, não deixou de ser um vale seco. Não fluiu ali um rio, não criaram-se peixes, não nasceu ali um lindo jardim ou uma plantação de uvas. Apenas terra seca, areia e pedras. Talvez algum lagarto perdido por ali. Seco, sem vida.
Os ossos receberam vida e se tornaram um exército mui numeroso e com certeza saíram dali para viver em algum outro lugar. O profeta foi levado dali de volta para sua terra e continuou seu ministério. Fato: ninguém ficou no estado em que estava. Nada indica que algum osso rebelde tenha ficado para trás sem receber vida.
E você meu irmão? Vai ficar sentado esperando receber sobre si o sopro da vida? Amém. E quando receber, vai se levantar daí e sair dando testemunho do que aconteceu ou vai simplesmente sentar para morrer e voltar a ser osso seco? Ou vai se colocar no papel de nascido de novo e ser profeta de vida sobre ossos secos empilhados? Não te falta nada, nada mesmo. Qualquer um que tenha conhecido a Cristo pode profetizar vida, pois tem o Espírito Santo.
Se de fato amamos ao Senhor e queremos ver este mundo mudar, não podemos nos conformar na posição de osso para sempre. Um dia aqueles ossos deixaram de ser ossos e se tornaram soldados novamente. É seu dia…
“Senhor, não me permita ficar na posição de conforto de quem só quer receber de Ti para nunca levar adiante. Se hoje sou osso, sopra sobre mim e amanhã serei profeta.


Cinthia Marcelina Ribeiro Oliveira

domingo, 11 de julho de 2010

Trombetas do mal



Já conquistamos muitas vitórias. Porém, nenhuma delas foi precedida por alegria. Ao contrário. Como a mulher que sente dores antes do parto, também foi conosco. E digo mais: quanto maior e mais expressiva era a conquista, maior e mais perturbador era o barulho das trombetas do mal. O som ensurdecedor das ameaças infernais ocorre justamente para esfriar a certeza da vitória, e, consequentemente, tentar neutralizar a fé no sucesso.
Satanás sabe que não há como impedir o cumprimento das Promessas. Pode até retardá-las com a permissão do Seu Autor. Seja pelo tempo determinado de Deus, pela falta de confiança ou de perseverança do fiel, não sei. O que sei é: as conquistas pela fé são sempre precedidas pelos rugidos enfurecidos do inferno.
É óbvio que o barulho em si não tem nenhum efeito. Salvo quando se lhe dá atenção e permite a entrada do medo. O medo gera a dúvida, e a dúvida neutraliza o poder da fé. Essa tem sido uma das táticas do inferno para retardar ou tentar impedir o cumprimento da Promessa.
É preciso estar vigilante e atento aos barulhos, ameaças, enfim, todo e qualquer sinal demoníaco para reagir de forma positiva. Ou seja, ao invés de lamentar, reclamar ou confessar qualquer palavra de dúvida, ao contrário, siga firme dando graças a Deus porque a vitória está se aproximando.
Que Deus abençoe a todos abundantemente em o Nome de Jesus.
A tua vida será transformada pelo poder da Palavra de Deus !!!